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Cancro do Cólon: Quais os Sintomas e Como Preveni-lo?

De acordo com a American Cancer Society, o cancro colo-retal é o 2º tipo de cancro que mais pessoas vitima no mundo.  Posto isto, é importante que saiba reconher os sintomas do cancro do cólon para perceber como este se manifesta. Neste artigo ficará ainda a perceber o que é o cancro do cólon, quais as suas causas e também os tratamentos associados ao cancro nos intestinos. 

O que é o cancro do cólon?

A informação é uma forte arma para entender e prevenir o cancro. Como tal, vamos explicar tudo o que precisa de saber sobre o cancro do cólon, também designado por cancro colorretal, que afeta cada vez mais pessoas por todo o mundo.

Neste artigo explicamos-lhe o que é o cancro do cólon, os sinais de alerta e os sintomas que deverá ter em consideração, assim como o diagnóstico e os tratamentos utilizados. Tudo o que precisa de saber está aqui!

Vivemos numa era onde a azáfama e o stress fazem parte do quotidiano de grande parte da população, e isso implica ignorar sinais que o nosso corpo nos envia de que algo está mal e que deve ser corrigido. O cancro do cólon afeta homens e mulheres, independentemente da faixa etária. Importa ainda referir que o cancro do cólon tem cura. Há esperança de vida para aqueles que forem diagnosticados com cancro do intestino.

Para contextualizar, saiba que o cólon e o reto fazem parte do aparelho digestivo, formando um longo tubo muscular designado de intestino grosso. É daqui que podem advir algumas complicações.

Os sinais de alerta do cancro do cólon 

Há vários fatores que podem fazer de si uma pessoa com um maior risco de vir a sofrer de cancro de cólon, porém há um fator que será mais preponderante que os outros:

Pólipos colo-retais

São estes os principais potenciadores da doença. Por definição, são lesões, possivelmente benignas, que podem crescer na parede interna do intestino grosso. Grande parte destes tumores são benignos, porém o seu grau de evolução depende da sua dimensão. Em suma, quanto mais cedo for detetado, mais probabilidade tem de ser bem-sucedido no tratamento.

Há vários tipos de pólipos no intestino, porém vamos indicar os 2 mais comuns:

Pólipo hiperplásico

São pólipos de tamanho reduzido e estão geralmente localizados na parte terminal do cólon (reto). Estes apresentam um baixo risco de se transformarem numa formação maligna e grande parte das vezes não precisam de tratamento.

Adenomas

Também designados por pólipos adenomatosos, estes apresentam um pequeno risco de se transformaram em cancro do intestino. Cerca de 5% dos pólipos adenomatosos acabam por se transformar em tumores malignos.

 A vigilância é muito importante! Quase 100% dos tumores podem ser erradicados quando pequenos e ainda benignos, portanto se estiver familiarizado com os sinais de alerta que vamos indicar, deverá consultar um coloproctologista, médico responsável por estudar doenças associadas ao cólon, reto e ânus para um diagnóstico mais assertivo.

Outros fatores de risco para além dos pólipos colo-retais                                                                                             

  • Idade: Quanto mais avançada for a idade, maior a probabilidade de contrair cancro colorretal.
  • Histórico da doença na sua família: O facto de ter familiares próximos com a doença fará de si um potencial alvo de cancro do cólon.
  • Doenças inflamatórias intestinais: Alguém que sofreu da doença de Crohn ou de colite ulcerosa tem maior propensão para desenvolver cancro do cólon.
  • Tabagismo: Para além de ser prejudicial à saúde no geral, o tabaco é também um potenciador para o aparecimento de pólipos no intestino.
  • Alimentação: Como referimos anteriormente, uma alimentação pobre em frutas, fibra e vegetais pode constituir uma causa de cancro do cólon.
  • Obesidade: Estudos indicam que jovens com peso a mais têm mais propensão de contrair cancro do cólon em idade adulta.

De seguida fique a saber quais os sintomas de cancro nos intestinos. É importante referir que estes sintomas poderão ser ambíguos estando associados a outras doenças similares.

Sintomas de cancro no intestino 

Antes de mais, se para além de estar associado aos fatores de risco que lhe apresentamos anteriormente, estiver também a lidar com alguns dos sintomas de cancro nos intestinos que iremos de seguida expor, é imperativo consultar um colonproctolgista.

  • Sangramento nas fezes: Por vezes, ao haver sangramento as pessoas podem associar a hemorroidas e tratam-nas como tal. O que não sabe é que poderá ser algo mais grave e deverá consultar um médico de família para lhe fazer um diagnóstico mais completo.
  • Alteração dos hábitos intestinais: Aparecimento de hábitos intestinais que não tinha antes como: diarreia, obstipação, ou sensação de evacuação incompleta.
  • Constante sensação de cansaço.
  • Emagrecimento: As células cancerosas usam as reservas de energia do corpo como combustível, eliminando toda a gordura armazenada. O sistema imunológico é afetado e acaba queimando mais calorias do que o normal.
  • Irregularidade nas fezes.
  • Cólicas intestinais: Se as cólicas, assim como os gases e o inchaço forem uma constante é sinal que algo não está bem.

Cancro do cólon: 7 dicas para o evitar

1º Cuidado com o que come:

Uma dieta saudável não é apenas crucial para evitar o cancro do cólon, mas também fundamental para aqueles que realmente querem ter uma vida longa e saudável. Algumas dietas são bastante complexas e exigentes, razão pela qual muitas pessoas se sentem desencorajadas em segui-las.

Se é uma destas pessoas não se sinta sem esperança, basta seguir estes princípios simples e já estará fazendo muito para ganhar e manter a sua saúde.

O que deve ou não comer para evitar cancro do cólon:

alimentos a evitar cancro do colon

  • Erradicar (ou reduzir drásticamente) o consumo de açúcar, glúten e produtos lácteos.
  • Comer muita fruta, vegetais e legumes variados
  • Beber 2 a 3 litros de água por dia (de preferência água alcalina)
  • Moderar o consumo de carne
  • Dizer um grande NÃO aos alimentos processados

Se conseguir fazer isso vai reduzir drasticamente o risco de desenvolver cancro do cólon.

2º Tome fibra:

A fibra tem uma grande importância na saúde digestiva, pois é o combustível utilizado pelas células do cólon para se manterem saudáveis. Para além disso, a fibra também é responsável por manter o trato digestivo funcionando em pleno, mantendo os movimentos do intestino fluidos e regulares.

A fibra funciona de uma dupla maneira, ou seja, promove a retenção de água e faz aumentar o volume do bolo fecal no intestino. Além disso, bactérias ajudam a digerir a fibra e, nesse processo, são produzidas substâncias muito benéficas para o cólon, nomeadamente ácidos gordos de cadeia curta.

Para ter um intestino saudável, os seres humanos devem consumir 25 a 35g de fibra por dia, uma vez que desempenha um grande papel na saúde digestiva. Resumindo e concluindo: pasta de dentes serve para higienizar os dentes, sabão para a pele, mas a fibra é o agente que limpa os seus intestinos.

Qual é a melhor fibra no mercado?

psyllium alimentos ricos em fibra para prisão de ventre e obstipação

As cascas de Psyllium orgânico são uma fibra particularmente poderosa e eficiente enquanto agente purificador do intestino, razão pela qual deve vir no topo das escolhas daqueles que sofrem de prisão de ventre e/ou hemorróidas. Ficaria surpreendido com a sua eficácia na eliminação de toxinas e “lixo residual” do seu corpo. Isto acontece porque o índice de dilatação de cascas de Psyllium orgânico é de 80 (mínimo).

Na prática tal significa que quando esta fibra chega ao intestino faz aumentar significativamente a retenção de água e o volume do bolo fecal resultando desta forma na eliminação mais fácil e prolifica de matéria fecal dos seus intestinos e, juntamente com esta, todos os agentes nocivos tais como toxinas, metais pesados, químicos, hormonas em excesso e muco.

3º Cuidado com a sanita - Evacue na postura natural

sanita perigosa prisao de ventre e hemorroidas doenças provocadas

Independentemente de sofrer ou não de problemas intestinais como prisão de ventre ou hemorroidas, pode ter a certeza de que as sanitas são prejudiciais à saúde. Com o surgimento da sanita moderna começamos a evacuar sentados. O problema é que esta posição de evacuação não é natural para os seres humanos.

Os perigos que a sanita esconde

As sanitas modernas trouxeram-nos conforto e higiene, mas vários estudos médicos comprovam que também trouxeram muitos problemas relacionados com uma incorreta e pouco natural postura de evacuação.

Doenças provocadas pelo uso da sanita:

De facto não fomos concebidos para evacuar sentados mas sim de cócoras.

cócoras sanita prejudicial doenças da sanita

Durante milhares de anos fizemo-lo desta forma e em alguns países ainda assim acontece razão pela qual nestas partes do planeta problemas como prisão de ventre ou hemorróidas são praticamente inexistentes. Caso esteja a pensar porque motivo as sanitas provocam todos estes problemas aqui vai a explicação:

Quando estamos sentados na sanita o musculo responsável pela continência intestinal (musculo puborretal) não fica totalmente relaxado e estrangula parcialmente o canal intestinal obstruindo assim a passagem das fezes. Contudo, na posição de cócoras este musculo relaxa totalmente permitindo desta forma uma evacuação mais fácil e produtiva. Nada melhor que a ciência para corroborar esta ideia.

Segundo o estudo “Comparison of Straining During Defecation in Three Positions, realizado por Dr. Ivan I. Kirov, médico especialista em oncologia na Califórnia, um dos principais fatores para vários problemas intestinais é o esforço exagerado e desnecessário que o ser humano precisa de fazer para evacuar enquanto está sentado.

Neste estudo conclui-se ainda o músculo puborretal fica totalmente relaxado na posição de cócoras, deixando de estrangular o canal anorretal e facilitando assim, a transição das fezes.

Natural throne previne colicas, hemorroidas e obstipação

A importância da posição de cócoras na saúde intestinal

Conforme referido acima, na posição sentada o musculo puborretal estrangula parcialmente o canal intestinal. Este “estrangulamento” compromete não só a expulsão de fezes mas também a eliminação completa de matéria fecal dos intestinos.

Quando isto acontece existe um sério risco de reentrada de toxinas na corrente sanguínea, o que poderá (e acabará por fazê-lo) originar uma série de doenças graves nomeadamente o cancro do cólon. Este é o motivo pelo qual evacuar na posição de cócoras é fundamental quer sofra ou não de qualquer problema de foro intestinal.

Percebeu agora? A sua saúde e bem estar estão realmente nas suas mãos. Não se esqueça daquilo que um grande médico disse: “As pessoas não morrem, as pessoas matam-se a si próprias”. O que ele quis dizer é que nós somos os principais responsáveis pela nossa saúde ou pela ausência dela, uma vez que o nosso estado de saúde e bem estar dependem ambos das escolhas que fazemos.

Em entrevista a uma médica especialista no tratamento do cancro do cólon, a doutora Rebekah Kim, afirma que "a utilização de um dispositivo próprio reduz a quantidade de esforço utilizado para evacuar na casa de banho, o que signficará menos problemas do foro intestinal". 

O Natural Throne foi concebido com o formato e medidas adequadas para que o seu corpo adote naturalmente a posição mais eficiente para defecar. Com a utilização do Natural Throne, o seu corpo forma naturalmente um ângulo aproximado de 35º. Posto isto reflita sobre este assunto, ou se sair um pouco da sua zona de conforto e comece a aplicar a partir de JÁ algumas (ou todas) das dicas listadas acima e fique verdadeiramente surpreendido com os reflexos positivos que terão na sua vida.

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4º Astaxantina

Estamos perante um dos antioxidantes e anti-inflamatórios mais poderosos encontrados na natureza. A Astaxantina é um pigmento que pertence a um grupo chamado carotenoides, e é a responsável pela cor rosada/avermelhada que conhecemos no salmão, na lagosta, no caranguejo, no camarão e noutros animais marinhos.

Segundo a Universidade Australiana - School of Human Movement Studies & School of Medicine, a Astaxantina protege as células, os órgãos e os tecidos do corpo dos danos oxidativos. Como tal permite-lhe um melhor desempenho em atividades físicas, um melhoramento do sistema imunológico e funciona como um “exterminador” muito eficaz de células cancerígenas como indica o estudo “Astaxanthin, oxidative stress, inflammation and cardiovascular disease.

Para além das fontes naturais, poderá optar ainda por tomar um suplemento de Astaxantina. Se estiver a fazer tratamentos associados ao cancro colorretal, a dosagem a tomar deverá ser mais elevada, cerca de 4 g por dia, quantidade essa apenas alcançável através de suplementação.

5º Curcuma


A curcuma é uma planta nativa da Índia que tem uma longa raiz cor de laranja. Em muitos países ela é transformada em pó e usada como especiaria, também conhecida como açafrão-da-índia. O facto de a India ter uma das taxas mais reduzidas do mundo de cancro do cólon, em comparação a outros países, fez com que os investigadores pesquisassem e encontrassem uma resposta. Segundo os investigadores, a dieta Indiana rica em especiarias, onde a curcuma se destaca, é a principal causa das taxas reduzias de cancro colorretal.

Através de um artigo científico intitulado “curcumina: a especiaria de ouro na nutracêutica”, publicado por Sahdeo Prasad, especialista do MD Anderson Cancer Center, em Houstun, é possível constatar uma lista infindável de benefícios no uso da curcuma. Quando testada, as suas propriedades antibacterianas, antivirais, antissépticas e antimicrobianas mostraram-se altamente ativas contra várias doenças crônicas, incluindo vários tipos de cancro, nomeadamente o cancro colorretal.

Mas não fica por aqui, a curcuma tem ainda propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes que ajudam na digestão, reduzem os efeitos secundários nocivos da quimioterapia e o crescimento das células cancerígenas. Segundo o Dr. Michael Greger, especialista em assuntos de nutrição e fundador do site https://nutritionfacts.org/, a curcumina ajudou a travar o cancro colorretal a um terço dos seus pacientes. Para além disso, a curcuma é ótima para a inibição de um possível aparecimento de pólipos no intestino.

Para a curcumina fazer parte da sua dieta alimentar, basta adicionar a especiaria – açafrão, à sua dieta, ou então, aconselhar-se junto do seu médico e optar por suplementos que contenham propriedades da curcumina.



6º Batidos verdes ou batidos detox

Os batidos detox deverão ter o seu espaço na sua dieta alimentar. Com os elementos certos eles facilitam a regeneração das células, eliminam as toxinas que o afetam diariamente e são um grande impulsionador na desintoxicação do organismo. Vamos deixar aqui um batido muito simples de fazer que o ajudará, não só a prevenir o cancro colorretal, mas também a desintoxicar o seu organismo.

A laranja é rica vitamina C, que ajuda a fortalecer o sistema imunológico e prevenir doenças como o cancro. O gengibre ajuda a diminuir as náuseas e os enjoos causados pelo tratamento da quimioterapia.

Batido verde de couve e laranja

  • 1 chávena de água
  • 1 Chávena de couve crua em pedaços
  • 1 laranja descascada e sem caroços
  • Pó de gengibre

Coloque os ingredientes no liquidificador até estarem bem triturados. Ponha uns minutos no frigorífico, e está pronto a ser tomado. Experimente!

7º As nozes e o cancro do cólon

São vários os estudos que apontam as nozes como um forte aliado para aqueles que sofrem de cancro no cólon. As nozes são uma fonte de fibra dietética e ajudam a diversificar e fortalecer as bactérias intestinais. Para além disso, são ricas em antioxidantes e melhoram a saúde gastrointestinal. 

Um estudo realizado na Universidade de Yale revelou que as pessoas com cancro do cólon que comem regularmente nozes tem um risco significativamente menor de incidência e mortalidade por cancro do colon que aquelas que não o fazem.

O estudo acompanhou 826 participantes num ensaio clínico após terem sido tratados com cirurgia e quimioterapia. Aqueles que consumiam regularmente nozes (cerca de 56g por semana) demonstraram uma melhoria de 57% na sobrevida geral (tempo de vida após o diagnóstico de uma doença terminal).

Para além disso "Uma análise mais aprofundada deste estudo revelou que a sobrevida livre de doença aumentou em 46% entre os subgrupos que comiam nozes em vez de amendoins", disse Charles S. Fuchs, MD, diretor do Yale Cancer Center e autor do estudo.

Cancro do colón e o diagnóstico 

Tendo em conta a fatalidade deste cancro, deve proceder a um rastreio anual a partir dos 50 anos, pois está mais vulnerável a contrair cancro do cólon a partir dessa idade. Sendo este um cancro silencioso e estando a sua taxa de sucesso nos tratamentos implícita na rapidez da deteção da doença, saiba o que deve fazer se estiver familiarizado com os sinais de alerta e com os sintomas que acabamos de apresentar.

Os 3 principais exames usados na prevenção do cancro do cólon

  • Colonoscopia total: Este exame é o mais completo pois permite visualizar todo o reto e o cólon.

A deteção de pólipos intestinais e eventuais lesões é detetada através da introdução do colonoscópio no ânus. Se forem detetados pólipos no intestino, o médico fará a remoção dos mesmos – este procedimento é denominado de polipectomia. O exame é feito com recurso a anestesia ou sedação para minimizar o desconforto e dor durante o procedimento

  • Sigmoidoscopia: É semelhante à colonoscopia, porém neste exame só é visualizado o reto e a parte inferior do cólon.
  • Procura de sangue oculto nas fezes:  trata-se de um exame indireto para encontrar sinais de cancro colorretal, e não a lesão exata. A presença de sangue nas fezes poderá ser um indicador de cancro do cólon, e só no caso de suspeita é que deverá proceder à realização da colonoscopia ou da sigmoidoscopia.

Quais os tratatamentos associados ao cancro do cólon?

São vários os tratamentos implícitos para quem tem cancro dos intestinos, porém o tratamento depende do estadiamento da doença, isto é, a fase em que o tumor se encontra. Fique a saber quais os estadios que existem e no que consiste a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia.

Estadio 0 e I – Geralmente aplicada a cirurgia.

Estadio II – Geralmente aplicada a cirurgia, podendo ser aplicada a quimioterapia.

Estadio III – Cirurgia e Quimioterapia.

Estadio IV – Neste estadio, o tratamento será personalizado, porém baseado essencialmente na quimioterapia.

Cirurgia: A cirurgia é o método mais convencional para o tratamento do cancro do cólon. Um pequeno pólipo maligno pode ser removido do cólon com um colonoscópio. Se o pólipo estiver num estado de desenvolvimento mais avançado poderá haver a necessidade do cirurgião fazer um corte no abdómen para remover o tumor.

Quimioterapia: A quimioterapia consiste na utilização de medicamentos, para erradicar as células cancerígenas. Os medicamentos podem ser administrados sob a forma de comprimidos, ou através de uma injeção intravenosa. Designada por terapêutica sistémica, os fármacos entram na corrente sanguínea e circulam por todo o organismo.

Radioterapia: A radioterapia consiste num tratamento local, e como tal, afetará apenas as células cancerígenas da zona em questão, usando raios de energia elevada para os eliminar. Apesar da radioterapia não ser muito usada no tratamento do cancro do cólon é, por vezes, usada com intuito paliativo, ou seja, para aliviar as dores e outros sintomas.

Adote os comportamentos preventivos que aprendeu neste artigo e esteja atento aos sintomas. Se o fizer estará não só a contribuir ativamente para a prevenção do cancro do colon mas também para uma vida mais saudável a todos os níveis.

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Comentários

Rafaela Cardoso

Não fazia a mínima ideia que a sanita nos fazia tão mal aos intestinos. Obrigado pela informação, muito esclarecedor.

Lynda

I don't even know what to say, this made things so much eaesri!

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