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Quais os sintomas de cancro da mama e como prevenir?

Hoje, dia 30 de outubro, assinala-se o Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama, uma das doenças mais impactantes e frequentes na sociedade, que acomete um órgão associado à maternidade e à feminilidade.

O cancro da mama é o tipo mais comum de cancro no sexo feminino e é também a principal causa de morte por cancro na mulher. Este tipo de cancro pode estar dissimulado através de sintomas que, à primeira vista, podem não nos dizer nada, mas que são sintomas de cancro da mama, como presença de nódulo ou caroço na mama, podendo o seu diagnóstico ser confirmado através da mamografia ou de outros exames.

Quer saber mais sobre o cancro da mama? Então continue a ler, pois neste artigo explicaremos quais os sintomas de cancro da mama, os seus tipos e estádios, como é feito o diagnóstico, tratamento e prevenção.

Cancro da mama masculino 

Apesar de ser raro, o cancro da mama também pode afetar o sexo masculino. Tanto a mama feminina como a mama masculina são formadas pela glândula mamária e por gordura. Apesar de, nos homens, não haver o estímulo hormonal para o crescimento desta glândula, ao contrário do que ocorre no sexo feminino durante a adolescência, estes podem também desenvolver cancro da mama.

O facto de o cancro da mama ser tipicamente associado ao sexo feminino leva a que os casos de cancro da mama no sexo masculino sejam diagnosticados tardiamente, apesar dos sintomas serem praticamente os mesmos. Pelo que, grande parte da informação apresentada neste artigo sobre o cancro da mama é aplicável também ao cancro da mama masculino, incluindo o tratamento e a prevenção.

Sintomas de cancro da mama 

cancro da mama sintomas

Numa fase inicial, o cancro da mama não causa sintomas e alguns não são exclusivos deste tipo de cancro, e podem ocorrer devido a outros problemas, como quistos. Contudo, esteja atenta a alguns destes sinais de cancro da mama, que podem ocorrer em simultâneo ou isoladamente:

  • Palpação de nódulo na mama;
  • Aumento da espessura da mama;
  • Nódulo de consistência dura na zona da axila;
  • Alterações de cor da pele na mama;
  • Alterações de textura na mama/mamilo;
  • Alterações de tamanho na mama;
  • Presença de líquido no mamilo sem causa aparente;
  • Pele com aspeto casca de laranja;
  • Retração do mamilo;
  • Irritação na pele;
  • Veias salientes;
  • Dores na mama ou no mamilo;
  • Perda de peso inexplicável e de forma repentina.

Tipos e estádios de cancro da mama 

O cancro da mama varia de pessoa para pessoa e pode ser classificado nos seguintes tipos:

  • Carcinoma ductal: é o tipo mais frequente e ocorre nas células do ducto mamário. Pode ser in situ (nódulo localizado e em fase inicial) ou carcioma invasivo (mais agressivo e com risco de espalhar);
  • Carcinoma lobular: é o segundo tipo mais comum de cancro da mama e tem origem nas células dos lóbulos mamários, responsáveis pela fabricação do leite. Pode ser também in situ ou invasivo;
  • Inflamatório: este tipo de cancro da mama é menos frequente, contudo, é mais agressivo, pois as células cancerígenas impedem o fluxo dos vasos linfáticos. Pode dar coceira, dor e aumentar o tamanho da mama;
  • Doença de Paget: esta é uma doença no tecido da mama, e é um tipo de cancro mais raro, podendo surgir na mama ou no mamilo e afetar a pele à volta do mamilo.

Estes tipos de cancro da mama podem ser benignos, no qual o seu crescimento é lento e os tumores são bastante localizados, ou malignos, quando há um crescimento acentuado e aleatório com os contornos das células muito irregulares.

Estádios do cancro da mama

Para além de termos conhecimento sobre o tipo de cancro da mama, necessitamos saber qual o estádio de evolução em que este se encontra, ou seja, saber a extensão do tumor na mama, nos gânglios e, possivelmente, noutros órgãos. Assim, a doença pode ser classificada em:

  • Estádio 0 – o cancro encontra-se em fase inicial e as células tumorais não são invasivas, pois estão muito localizadas no sítio onde se formou o tumor.
  • Estádio 1 – o tumor tem menos de dois centímetros e, por vezes, há a presença de células tumorais nos gânglios linfáticos mais próximos, como nas axilas.
  • Estádio 2 – com uma dimensão igual ou inferior a dois centímetros, o tumor pode estar a espalhar-se os gânglios linfáticos da axila, ou pode ter entre dois a cinco centímetros e não estar disseminado.
  • Estádio 3 – neste estádio, o cancro pode ter qualquer tamanho e uma destas quatro caraterísticas: o tumor expandiu-se para a parede torácica e/ou pele da mama; expandiu-se pelo menos para dez dos gânglios linfáticos; expandiu-se para os gânglios próximos do esterno ou expandiu-se para os gânglios da clavícula.
  • Estádio 4 – já se formaram metástases, ou seja, as células cancerígenas espalharam-se para outros órgãos do corpo, como os ossos, o fígado, os pulmões ou o cérebro.

Como é feito o diagnóstico no cancro da mama? 

diagnostico do cancro da mama

O diagnóstico do cancro da mama pode ser feito através de:

  • Mamografia
  • Exame físico (palpação)
  • Ecografia mamária
  • Ressonância magnética
  • História clínica
  • Biópsia (que irá depender do resultado dos exames anteriores; pode ser feita através de aspiração com agulha ou corte).

Existe também o programa de rastreio do cancro da mama, dirigido a mulheres que podem não apresentar sintomas de cancro na mama, entre os 50 e 69 anos, onde é feita uma mamografia a cada dois anos. Para participar nestes rastreios, deve dirigir-se ao seu centro de saúde local.


Como posso fazer a palpação a mim própria? 

A palpação deve ser feita pelo menos uma vez por mês, após o período menstrual, de modo a detetar alguma anomalia, nomeadamente, a presença de algum nódulo na mama. Para além disso, deve também estar atenta ao aspeto, textura e tamanho dos seios. E como pode fazer a palpação? É simples!

Primeiro, observe os seios ao espelho, uma vez com os braços para baixo e outra com os braços para cima. Veja se há mudanças de cor na pele e no mamilo, bem como a presença de zonas mais duras. Procure por “inchaços”, “caroços” ou “covinhas”, usando a ponta dos dedos. Existem três métodos que pode utilizar:

1. Método linhas verticais: começando por um lado da mama, passando os dedos de baixo para cima e de cima para baixo, até chegar ao outro lado.

2. Método círculos concêntricos: começando da parte de cima da mama, fazendo círculos no sentido dos ponteiros do relógio, até chegar ao centro da mama.

3. Método do relógio: imagine a mama dividida em seis segmentos. Comece a palpação a partir da parte de cima (como se fossem 12 horas), descendo até ao mamilo em pequenos movimentos circulares. A seguir, coloque a ponta dos dedos nas “2 horas” e repita até ter visto os seis segmentos.

Segundo Benjamin O. Anderson, Joseph Lipscomb, Raul H. Murillo e David B. Thomas, este autoexame é feito para procurar anomalias assintomáticas nos seios, havendo maior probabilidade de sobrevivência se os casos de cancro da mama forem detetados com antecedência, possibilitando que o cancro fique localizado e não se espalhe para outras zonas do corpo. Se, após este exame físico, notar alguma diferença, deve consultar o seu médico, de modo a obter um diagnóstico mais assertivo.

Primeiramente deverá consultar o seu médico de família para este, posteriormente, a reencaminhar para um médico especialista em mama feminina – médico oncologista.

Cancro da mama: Tratamento 

Fui diagnosticada com cancro da mama. E agora? 

Esta patologia, com bastante impacto psicológico, tem muitos tipos de tratamentos a que pode recorrer, mas tudo dependerá do tipo e estádio em que se encontra o cancro, pelo que a avaliação feita pelo seu médico é imprescindível. Estes tratamentos podem ser locais, sendo aplicados diretamente na zona afetada, ou sistémicos, ou seja, administrados na corrente sanguínea.

Tratamento local 

cirurgia cancro da mama

  • Cirurgia de remoção conservadora: a cirurgia é feita de forma a remover só o tumor, e de modo a preservar a mama. Pode ter efeitos secundários como: reações à anestesia, dor, infeções, rigidez no ombro e inchaço;
  • Mastectomia total: há a remoção completa de uma ou ambas as mamas. Os efeitos secundários são os mesmos da cirurgia de remoção conservadora;
  • Radioterapia: é utilizada para eliminar as células cancerígenas localmente. Os seus efeitos secundários podem ser: irritação da pele, dano nos vasos sanguíneos mais pequenos e dano nos nódulos linfáticos.

Tratamento sistémico

Este tratamento é efeito através da corrente sanguínea:

  • Quimioterapia: há a eliminação das células cancerígenas que se possam ter propagado pelo corpo. Como efeitos secundários a quimioterapia tem: queda de cabelo, anemia, infeções e hemorragias;
  • Terapia hormonal: esta bloqueia o estrogénio, pois grande parte dos cancros dependem desta hormona para se desenvolver. Os seus efeitos secundários variam: desde suores, náuseas, alterações de humor, perda da menstruação, secura vaginal, a perca do interesse sexual.

Fatores de risco e como prevenir o cancro da mama

Os fatores de risco que podem aumentar a probabilidade de ter cancro na mama são:

  • Idade: pessoas dos 40 aos 65 têm mais probabilidade de desenvolver cancro da mama;
  • Antecedentes familiares;
  • Fatores hormonais: ter a primeira menstruação muito cedo, menopausa e/ou primeira gravidez tardias ou não ter filhos;
  • Obesidade;
  • Exposição a radiações;
  • Consumo de álcool e tabaco.

Embora existam fatores de risco que estão fora do seu controlo, como antecedentes familiares com cancro da mama, alguns cuidados podem reduzir o risco de vir a ter a doença. Deve começar por fazer o autoexame da mama (palpação) pelo menos uma vez por mês.

A partir dos 40 anos, deve fazer uma mamografia anual, ou quando o seu médico achar necessário. Deve ter alguns cuidados com a alimentação, pois ajudam a prevenir não só o cancro da mama, mas também outros problemas de saúde. Deve reduzir o consumo de gordura animal, como manteiga, queijos gordos e carnes vermelhas, cortar no açúcar, comer mais frutas e legumes, consumir mais peixe, beber mais água e praticar exercício físico também é importante.

Se, após a leitura deste artigo, identifica-se com os sintomas, consulte o seu médico.

Um diagnóstico precoce é o primeiro passo para a cura!

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